quarta-feira, 6 de maio de 2009

Banda inglesa é banda inglesa

A Alemanha sabe montar os melhores carros, a França produz vinhos e a Inglaterra faz rock n' roll. Ponto.
Vou assistir pela sexta vez uma grande banda inglesa ao vivo: desta vez será Oasis. Antes vieram Rolling Stones (3x) e Iron Maiden (2x) e eu já podia morrer em paz. Mas será muito bom ver esses ex-muleques de perto.

Grandes apresentações musicais são um tipo de programa cultural que todo mundo deve fazer pelo menos uma vez. De preferência uma vez por semestre. E não deixe para entrar no estádio, ou seja lá onde for o show, depois que a banda principal já tenha colocado os pés no palco. Sentir a energia que emana da multidão nesse momento é uma sensação imprenscindível. A banda pode entrar quetinha ou soltando fogos:o primeiro acorde sempre desperta uma satisfação intensa.

Depois, lá pela décima canção do show esse ritmo pode até diminuir, você se cansa um pouco e alguém sempre esbarra e derruba o seu copo de cerveja pela metade (as pessoas quase sempre pedem descupas). A partir daí é quase um casamento: a "paixão" vira "amor", continua gostoso e você curte até o final com prazer e um pouco mais de racionalidade. Sábado tem Oasis em São Paulo. Eles vão passar também pelo Rio, Curitiba e Porto Alegre. Enfim, banda inglesa é banda inglesa! Recomendo. Att. Brandão.

sábado, 2 de maio de 2009

Nasceu !! (em meio a crise e no feriado de 1º de maio)

Chego tarde ao universo dos blogs. Trocar informações, conteúdos, idéias e conceitos sem o calor do olhar, mas com a leveza da tecnologia. Por isso, não é preciso cabeçalho para explicar o objetivo da iniciativa e espero apenas incluir o blog em boas redes. Aqui se versa sobre comunicação, política, cultura, arte, boêmia, futebol, sobre mim e você. Na ordem que melhor convier.
Hoje é 02 de maio de 2009, sábado de um final de semana prolongado pelo feriado do Dia do Trabalho. Estou no interior de São Paulo (São José do Rio Pardo, 266 km da capial, mais ou menos 52 mil pessoas) e eu não acompanhei notícias sobre os tradicionais e politicamente duvidosos showmícios das centrais sindicais este ano.
A redução de vagas de emprego continua fazendo grande sombra e essa é a única arapuca que pode derrubar de verdade o ciclo de crescimento econômico potencializado pelo governo Lula. O medo se faz justo e a sociedade precisa ser um agente proativo, estar atenta e suar a camisa. Aqui em "Rio Pardo", a Associação Comercial cria obstáculos para que o comércio funcione após o meio-dia aos sábados. Quem quer deixar as portas abertas até mais tarde tem que pagar taxas extras. O receio deve advir das questões trabalhistas, pois no Brasil trabalhador e empregador são inimigos. Um cabo-de-guerra infeliz e improdutivo.
Já os jornais, por sua vez, parecem estar esgotando o editorial "do medo" e arrefeceram um pouco o terrorismo característico das mídias de massa que vêm praticando. É preciso, sim, alertar e manter a agenda de fiscalização e informação sobre o cenário econômico daqui e de fora, mas o exagero está atrapalhando a organização da trincheira nacional contra os efeitos da crise mundial.
Obrigado por acompanhar o post. The fisrt! Att.Brandão